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Frenlogi está agora mais robusta, afirma presidente

3 MIN READJuly 25, 2019

Recriada a cada nova legislatura desde 2009, a Frente Parlamentar Mista de Logística e Infraestrutura (Frenlogi) está agora mais robusta, com muito mais parlamentares e mais bem organizada, avalia o senador Wellington Fagundes (PL-MT), seu atual presidente e também relator da Medida Provisória 882/2019.

A presente formatação da Frenlogi foi lançada em 29 de maio. Na ocasião, foi reforçado seu objetivo de promover mediação entre os poderes Legislativo e Executivo no que toca ao desenvolvimento de obras de infraestrutura e logística e ao aperfeiçoamento da legislação federal do setor, bem como facilitar a interação entre investidores e operadores desses segmentos e o Congresso Nacional, ajudando a levar aos legisladores as demandas privadas e contribuindo para a desburocratização de concessões de rodovias, ferrovias e portos, e para a aceleração de projetos de armazenagem, dutos e energia.

A Frenlogi é hoje composta composta por 200 deputados e 27 senadores e foi recentemente tema de um club meeting do GRI Club Infra, em Brasília, que contou com a participação de dois de seus membros – deputados Hugo Leal (PSD-RJ) e Edinho Bez (PMDB-SC).

Progressos

Entre as evoluções da presente Frenlogi em relação às versões prévias, o senador Fagundes aponta diretorias separadas por modais e regiões. Ele também valoriza o comprometimento do novo presidente da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), Vander Francisco Costa, com o mecanismo, agregando às pautas e ao trabalho executado.

Outro ponto favorável destacado pelo senador é a realidade do Instituto Brasil Logística (IBL). Para o parlamentar, a entidade privada sem fins lucrativos que realiza estudos e projetos do setor logístico e de armazenagem para dar apoio à Frenlogi, está hoje maior e mais atuante. 

Desafios pela frente

Sob a ótica de Wellington Fagundes, em meio aos maiores desafios de infraestrutura e logística do País, com cujo enfrentamento a Frenlogi pode elaborar, estão o aumento da pavimentação da malha viária nacional e a elevação do uso da rede ferroviária no transporte de cargas – nesse sentido, a proposta da frente é saltar dos atuais 15% de penetração para 31% até 2025. 

Com respeito ao primeiro ponto, o senador defende como essencial a ampliação do papel do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) no que se refere às concessões de rodovias. Mas ele também ressalta a relevância de se garantir a trafegabilidade e a melhoria da malha sob manutenção do Departamento Nacional de Infraestrutura Rodoviária (DNIT).
 

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