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Qual é a perspectiva para FIIs na visão de BTG e Alianza

8 MIN READDecember 11, 2019

"O investidor brasileiro estava acostumado com alta taxa de juros, liquidez e segurança. [A estratégia] Era aplicar em título público, e isso mudou. Então, o investidor vai ter que correr mais risco e buscar classes alternativas de ativos", resume Eduardo Guardia, CEO da BTG Pactual Asset Management e ex-ministro da Fazenda, ao ser questionado sobre o cenário dos fundos de investimento imobiliário (FIIs). Para ele, nesse contexto, o setor imobiliário será uma área muito importante nessa nova seara de investimentos alternativos. 

Fabio Carvalho, managing partner da
Alianza Investimentos Imobiliários, também percebe um quadro benéfico aos FIIs. "O momento é muito favorável, muito especial. Vejo uma convergência de aspectos [positivos]. Temos um ambiente com as taxas de juros mais baixas que já vimos na história do País, e potencialmente por um tempo longo. Isso está fazendo os investidores procurarem opções, e o fundo imobiliário é uma alternativa espetacular por combinar liquidez, um benefício tributário valioso e diversificação do portfólio, e por dar acesso para pessoas físicas a investimentos imobiliários que não podiam alcançar antes, por uma questão de tamanho do investimento e valor dos ativos. Tudo isso está gerando uma fase de novas ofertas, novas gestoras, novos fundos. O mercado está vivendo realmente uma era de ouro dos fundos", afirma. 

O GRI Hub entrevistou os dois especialistas durante o
Fórum GRI de Fundos Imobiliários 2019. Confira o que cada um pensa:



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