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Quarta-feira, 23 de março
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Setor imobiliário em 2019: Vitacon espera ano de expansão

CEO projeta crescimento nos negócios de incorporação e também período decisivo para braço de residenciais para renda.

2 MIN READ January 14, 2019

Depois de ver seus negócios de incorporação crescerem 50% em 2018 sobre 2017, a Vitacon projeta para 2019 nova expansão, na casa dos 40%. Em 2018, os lançamentos totalizaram R$ 1,3 bilhão, segundo Alexandre Frankel, CEO da companhia. 

"Estamos muito otimistas, o mercado vem respondendo muito bem e existe uma pressão da demanda sobre oferta. Estamos nos menores níveis de estoque históricos de São Paulo. Acredito muito em uma apreciação de preço, acompanhada de uma forte absorção do mercado a partir de 2019", afirma ele, que participou do Brazil GRI 2018 e falou ao GRI Hub para a série 'Mercado imobiliário em 2019'. 

Frankel diz acreditar fortemente no mercado da incorporação, mas também vem mirando o de residenciais para renda, voltados à locação por temporadas de duração variável. "Fizemos um spin-off da empresa, criando o braço de properties, e temos um objetivo bastante ousado. Serão em torno de 3500 unidades residenciais para renda ao final de 2019", antecipa. "Este é um ano decisivo para ganhar mercado."

Barreiras a enfrentar

Nesse campo dos residenciais para renda, que vem se desenvolvendo em múltiplos formatos voltados a públicos diferentes – por exemplo, student housing (para estudantes) e senior living (para idosos) –, o Brasil ainda tem várias barreiras a enfrentar, das culturais, considerando a tradição patrimonialista, às legislativas, entendendo-se que a regulamentação não acompanha, na mesma velocidade, a evolução do mercado. 

"A nova economia não pede licença para entrar. Se todos os empreendedores que mudaram o mundo pedissem licença para a legislação, não existiria nada. Então, executamos e nos adaptamos à legislação vigente. Se ela mudar, ótimo; caso contrário, vamos fazer do mesmo jeito", dispara.

Com relação às OTAs, agências de viagens online, na sigla em inglês, ele entende serem parceiros fundamentais para a distribuição desse novo tipo de produto imobiliário. "Diferentemente do que se vê na indústria hoteleira, na qual parece existir certa rusga, um conflito por conta de taxas e outros aspectos, as percebo como necessárias e grandes impulsionadoras do nosso mercado."


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