Divulgação
Português

Saiba os detalhes do Faria Lima Plaza e outros planos da HSI

4 MIN READMarch 29, 2019

Uma localização privilegiada, no último terreno vazio do Largo da Batata, na zona oeste da capital paulista; um projeto arquitetônico imponente assinado pelo escritório de arquitetura Kohn Pedersen Fox Associates (KPF), com potencial para ser um ícone do mercado imobiliário; e o aporte de grandes investidores. Essa é a trinca em que a HSI (Hemisfério Sul Investimentos) está apostando, em parceria com a VR Investimentos, para desenvolver o Faria Lima Plaza.

Os detalhes do empreendimento em construção foram apresentados no GRI Escritórios Brasil 2019, passando por aquisição do terreno, realização da parceria entre os dois investidores, arquitetura proposta, plantas e especificações técnicas.

O empreendimento será composto de uma torre comercial AAA (Triple A) em terreno de nove mil quadrados, com 40 mil m² de área bruta locável (ABL), bem em frente à estação Faria Lima – Linha 4 Amarela do Metrô de São Paulo, um diferencial, frente à necessidade de companhias por locais de fácil acesso aos colaboradores. A entrega está prevista para 2021 e deve movimentar todo o entorno do edifício, visto que os 22 andares devem ser ocupados por diversas empresas.

Após a exposição do case, Thiago Costa, sócio da HSI, conversou com o GRI Hub sobre novos projetos e perspectivas futuras. "O ciclo da incorporação é composto por altos e baixos, um período de cinco a seis anos. Para evitar rupturas e movimentos inesperados, apostamos em produtos diferenciados e não em [mais] uma commodity, o que gera liquidez e permite que não sejamos atingidos", argumentou.

Na conversa, ele falou também sobre diferentes segmentos imobiliários, como industrial & logística e residencial. Confira os principais trechos:

Diante da potencial recuperação do mercado e de um cenário de predominante otimismo no País, como a HSI está se preparando?
Além do [projeto corporativo do] Parque da Cidade [comprado no último ano], temos o Faria Lima [Plaza], junto à VR, e fizemos outras aquisições recentes, a exemplo de duas torres corporativas em Alphaville [na região de Barueri] – Evolution e Itower, próximas ao shopping Iguatemi Alphaville. Ao analisar o cenário macro, estamos entusiasmados com a retomada do mercado e também com a recuperação dos valores. Também realizamos um desinvestimento relevante neste mês [da Torre Corporativa B1 – Aroeira] para a BR Properties, e continuamos ativos ao longo de 2019.

O foco principal da HSI continua a ser a cidade de São Paulo e sua região metropolitana? Outros mercados estão em análise?
O mercado paulistano é muito forte, tem liquidez e a economia é pujante. Estamos montando um portfólio relevante em São Paulo, pois apostamos muito nessa recuperação. Entendemos que o pior já ficou no passado e temos visto a redução [do período] de carências e, definitivamente, os aluguéis estão estabilizados e não mais reduzindo. Gostamos particularmente de algumas microrregiões, como [Avenida Doutor] Chucri Zaidan e o eixo da [Av. Brigadeiro] Faria Lima, e apostamos em uma recuperação expressiva dos valores de locação. Na sequência, vem Alphaville. Em relação a outros mercados, como o Rio de Janeiro, continuamos cautelosos.

No que toca ao segmento logístico, a HSI também planeja novos investimentos? Quais oportunidades enxergam para esse mercado?Temos um olhar um pouco mais seletivo para esse ramo. Gostamos bastante de ativos logísticos que estejam no last mile, muito próximos das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Hoje, temos um desenvolvimento de um galpão logístico na capital paulista de mais de 100 mil metros quadrados de ABL e outros dois ativos prontos, no Rio de Janeiro e em Curitiba. Novas aquisições devem acompanhar a fórmula aplicada em São Paulo – de uma localização muito boa e com algum tipo de barreira de entrada. Nesse segmento, diferentemente do de escritórios – que tem um processo complexo, desde a aquisição à incorporação –, não há a mesma escassez de terrenos e os processos de aprovação e construção são mais simples. Portanto, acompanhamos de forma cautelosa mercados que tenham localização diferenciada.

Como estão os projetos da HSI no segmento residencial?
Temos hoje um investimento expressivo em residencial de médio e alto padrão na cidade de São Paulo – por meio de três parcerias, com Idea!Zarvos [de Otávio Zarvos], Nortis, de Carlos Terepins, e Cyrela [de Elie Horn], com lançamentos programados entre 2018 e 2019 em bairros [paulistanos] nobres – Pinheiros, Vila Madalena, Moema e Jardins. São projetos com VGV [Valor Geral de Venda] mínimo de R$ 100 milhões, que trazem uma arquitetura autoral, são diferenciados, que valorizam ainda mais as regiões.


Próximos encontros do GRI Club

Os segmentos de industrial & logística e residencial serão foco do debate dos players do setor imobiliário em eventos setoriais nos próximos meses. O GRI Industrial & Logística Brasil 2019 acontece nos dias 20 e 21 de maio, no Centro de Convenções do São Paulo Corporate Towers. Já o GRI Residencial Brasil 2019 está programado para os dias 17 e 18 de junho, no InterContinental Hotel, também na capital paulista. Para conferir a agenda completa do GRI Club Real Estate Brazil, acesse o site

Nota da redação: informação da área bruta locável do Faria Lima Plaza atualizada em 02 de abril. 

Related News
←  SHARE
Real Estate
GRI
X
Privacy policy and how we use cookies
We use cookies to give you the best experience on our website.
By continuing we'll assume you're on board with our privacy police
Accept and hide this message