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Hoteleiros voltam a investir em expansão

Retomada de investimentos está no horizonte dos hotéis para 2018.

2 MIN READ December 27, 2017

Depois um período complicado, o setor de hotéis deve retomar investimentos em 2018, revelam alguns dos maiores players do segmento ao GRI.

Para a hotelaria no mercado brasileiro, 2018 deverá ser o ano da virada. Patrick Mendes, CEO da Accor Hotels para a América do Sul, analisa que, depois de um triênio de crise, o segmento está sentido um movimento positivo. “Prevemos uma expansão [do setor] de 4% a 5% em 2018, essencialmente puxada pela cidade de São Paulo, mas não apenas por ela. No Rio de Janeiro, a situação ainda é complicada, mas o restante do País está se levantando”, garante.

A Accor realizou 35 aberturas de empreendimentos em 2017 e prepara entre 35 e 40 para 2018. “Assumiremos 21 hotéis da BHG, o que nos proporcionará um crescimento muito grande, chegando a cerca de 330 hotéis no início do ano e provavelmente 350 até dezembro”, conta o executivo.

Oportunidades pouco exploradas

“No setor hoteleiro, ainda há muitas oportunidades interessantes, principalmente para aquisição de ativos subvalorizados em cidades que tiveram superoferta, como Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Manaus, onde há uma série de ativos que estão subvalorizados por conta de uma super oferta e também por uma demanda existente nesses mercados”, indica Ricardo Manarini, vice-presidente regional de Desenvolvimento do IHG para o Brasil.

Segundo ele, há também outros mercados, “caso de São Paulo, que manteve o desenvolvimento muito significativo, e deve ser um mercado que ainda tem um espaço para desenvolvimento de novos produtos, até por conta da alta vacância de escritórios, que hoje não têm uma estrutura física que comportem as novas demandas desse consumidor e que talvez possam ser uma alternativa de conversão para hotéis, transformando aquele ativo em uso hoteleiro”.

Ricardo diz acreditar que haja muita oportunidade nesse mercado pouco explorado. Para o IHG, o próximo ano deve ser de boas perspectivas, principalmente de conversões em mercados superofertados e alguns desenvolvimentos novos para São Paulo. “Nosso foco está nas principais capitais do País”, diz o executivo.

Paula Muniz, vice-presidente de Real Estate e Desenvolvimento da Hyatt Hotels para Brasil e Cone Sul, anuncia que a rede vai abrir em fevereiro de 2018 o segundo Hyatt Place em Macaé (RJ): um hotel com 200 apartamentos. “Temos plano de desenvolvimento de Hyatt Places em outras praças e estamos trabalhando para conseguir uma oportunidade em São Paulo”, admite.

Ela lamenta apenas que “o mercado hoteleiro deve ser afetado pelo cenário eleitoral, tanto na performance quanto no desenvolvimento de novos empreendimentos”.

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