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Real Estate

Em recuperação, shoppings, escritórios e hotéis atraem pouco investimento

Termômetro GRI/Brain indica manutenção da preferência por empreendimentos residenciais e logísticos

4 MIN READ April 14, 2022

O Termômetro GRI do 1º trimestre de 2022, realizado pela Brain Inteligência Estratégica junto a centenas de líderes do mercado imobiliário brasileiro, mostra que, apesar da boa recuperação dos shopping centers, escritórios e hotéis a partir do fim do ano passado, a intenção de investimento nessas classes de ativos permanece baixa. 

O segmento de shoppings e varejo foi apontado como aquele que oferece as melhores oportunidades por 17% dos entrevistados, considerando as primeiras e segundas escolhas; na sequência, aparecem os escritórios (15%) e os hotéis (7%). Na comparação com a pesquisa do último trimestre de 2021, há um avanço de um ponto percentual nos shoppings, recuo de sete pontos percentuais nos escritórios e de três pontos percentuais nos hotéis. 

Na outra ponta, o mercado residencial continua na liderança, apontado por 65% dos entrevistados - todos como primeira escolha neste grupo. Os ativos logísticos vêm na sequência, com 54% das indicações, e os loteamentos fecham o pódio, com 39%, dois pontos percentuais a menos do que no final do ano passado. 

CONFIRA A APRESENTAÇÃO COMPLETA DO TERMÔMETRO GRI/BRAIN 

De acordo com o Termômetro, 59% das companhias mantêm os lançamentos previstos para 2022, ainda que haja algum atraso no cronograma ou recálculo do orçamento previsto. Isso acontece, principalmente, porque os custos de construção continuam subindo, e nem sempre é possível repassá-los ao valor do imóvel.

Um dado positivo é que a inadimplência está dentro da média histórica de 67% das empresas, enquanto 24% estão com essa estatística um pouco acima do normal. Em relação ao final do ano passado, houve um recuo de cinco pontos percentuais nesse indicador, demonstrando uma recuperação da capacidade de pagamento dos adquirentes e inquilinos. 

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Como fatores mais prejudiciais na tomada de decisão de lançamentos, o aumento da inflação (47%), o cenário político instável em ano eleitoral (32%) e a subida da taxa de juros no financiamento (9%) lideram as primeiras escolhas dos executivos. O baixo crescimento econômico e o alto custo de produção se juntam ao grupo quando consideradas, também, as segundas opções. 

Na comparação com o 4º trimestre de 2021, há uma piora nas estimativas para o desempenho do mercado imobiliário: 31% têm expectativas boas ou excelentes, ante 48% no fim do ano passado; 18% esperam desempenho ruim ou péssimo, contra 13% na mesma comparação. 

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Por Henrique Cisman


 

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