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Infrastructure

Compliance: o que falta para mais investimento em infraestrutura

Infra Brazil GRI debate impactos da Lei Anticorrupção e se avanços de governança nos últimos anos foram suficientes.

3 MIN READ November 26, 2018

Os avanços recentes em termos de compliance e governança corporativa e o arcabouço introduzido pela Lei Anticorrupção (nº 12.846/2013) são suficientes para que o setor de infraestrutura possa evoluir em bases sólidas no Brasil, deixando definitivamente para trás práticas condenáveis do passado? 

Esses progressos têm se mostrado o bastante para que os investidores se sintam estimulados a realizar investimentos no País ou ainda há mudanças necessárias para garantir a eles segurança jurídica?

Essa é uma discussão que vem mobilizando fortemente o mercado. "O setor de infraestrutura buscou se reconfigurar nos últimos tempos, principalmente depois de condutas inapropriadas serem expostas e condenadas em público em operações como a Lava Jato", afirma Pedro Nicolau, líder global de Infraestrutura do GRI Club. 

Reinvenção do setor

De 2014 para cá, players tradicionais de infraestrutura no País se viram obrigados a encarar erros do passado, abandoná-los e olhar para a frente, tentando ao mesmo tempo administrar o passivos acumulados e estabelecer novas relações de confiança. 

Simultaneamente, foi possível observar um conjunto de movimentos: empresas do setor se esforçando para não ser contaminadas pelo ambiente negativo; novos entrantes e investidores com capital disponível para adquirir ativos ou fatias de companhias hesitando, com receio de sofrer as consequências do que ocorreu antes da sua chegada; clientes e parceiros de negócios mergulhados nesse contexto, diretamente envolvidos; e advogados se desdobrando para encontrar formas de auxiliar seus clientes a lidar com toda essa ebulição.

O caminho para o setor seguir em frente foi reconstruir a lógica, a cultura e a maneira de operar, e mitigar, o quanto possível, novos riscos. A chave para a nova rota veio, em larga medida, da adoção de boas práticas de compliance, um processo lento, dolorido e necessário, que foi se desdobrando entre os players com intensidades e velocidades diferentes. 

Discussão com líderes do mercado

"O GRI Club Infra acompanhou de perto todas essas mudanças e contribuiu para seu andamento, por exemplo reunindo grandes nomes do mercado para debater o tema e identificar soluções em um club meeting bem no ápice dessas transformações, em 2016, e apresentando a visão de especialistas e cases de empresas em processo de reinvenção em uma reportagem aprofundada da GRI Magazine", lembra Nicolau.

O assunto agora volta à pauta no Infra Brazil GRI 2018, numa discussão que vai reunir executivos de grandes companhias e representantes dos maiores investidores globais que estão de olho na infraestrutura brasileira, para avaliar, juntos, se as evoluções de práticas e regulamentação introduzidas no mercado nacional trouxeram os resultados demandados ou se há novos passos a dar, e quais são eles.

"A intenção é juntar todas as pontas envolvidas e, objetivamente, indicar o que ainda pode ser realizado para um melhor ambiente de negócios e investimentos no setor no País", adianta o executivo do GRI Club.

Infra Brazil GRI 2018

Você pode participar da discussão desse e de outros importantes temas do setor de infraestrutura, inscrevendo-se para o Infra Brazil GRI 2018. Saiba mais sobre a programação aqui

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